sexta-feira, 9 de maio de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Aprenda com o Mestre dos mestres!
Aprenda com o Mestre dos mestres
Jesus veio a esta Terra com o
propósito de salvar a humanidade das trevas do pecado. Mas para, além disso,
Ele veio para instruir o homem em um novo caminho com mudança de atitudes,
caráter e comportamento.
Devemos ter em mente o que Cristo tinha ao
ensinar o povo daquela época. Para que assim nosso trabalho seja como uma
flecha certeira no alvo. Você educador cristão sabe qual é o alvo?
Partindo deste questionamento e buscando
resposta para tal pergunta. Vamos elucidar quais eram as características de
Jesus como Mestre e educador.
Primeira
característica: Ele sabia o perfil de seus alunos: suas falhas, acertos ,
necessidades e tantas outras características. Ele examinava cada aluno
procurando conhecer melhor o povo por meio de perguntas e de observação.
Segunda
característica: reconhecia que além de examinar e observar. Precisava ajudar.
Então não somente avaliava a situação como intervia na mesma. Muitas das vezes
só queremos avaliar para dar uma nota ou um rótulo aquele aluno, mas não nos
preocupamos em intervir e corrigir para que ele possa alcançar a meta desejada!
Terceira
característica: Cristo não era soberbo, não se gloriava do conhecimento que
possuía. Era em todo tempo humilde ao ensinar! Ele veio para servir! Por esse
motivo também devemos servir com amor ao nosso próximo.
Quarta
característica: Cristo era fidedigno! O que é isso? Bom Ele era verdadeiro e
comprometido com tudo o que dizia. Portanto ele era um mestre sensato.
Quinta
característica: Reconhecia seu papel de Mestre e era feliz ao ensinar!
Sexta
característica: O Mestre dos mestres contava parábolas. Conforme diz Augusto
Cury p.49 “O Mestre dos mestres foi um excelente educador porque era um
contador de parábolas."
Se observarmos o novo testamento veremos que
Jesus sempre tinha uma oportunidade ao invés de julgar as pessoas a sua volta,
ou simplesmente pregar dando sermão. Ele parava junto ao povo e contava
histórias, parábolas. Parecidas com as fábulas que no final apresentam uma
lição moral sobre um determinado assunto. Jesus contava parábolas com
finalidade de educar o homem trazendo pra seus atos uma nova consciência
crítica.
Segundo
Cury p.140 “Jesus não controlava ninguém apenas expunha suas ideias e convidava as pessoas a refletirem, dizendo:
"quem tem sede...", "quem quiser me seguir..."
Cristo fomentava
na mente humana a prática da reflexão.
Sétima
característica: Cristo não recebia para instruir aquele povo. Contudo Ele vazia
o melhor. Devemos como professores e professoras cristãos fazer o melhor ao
ensinar os princípios bíblicos. Devemos buscar orientação divina e, além disso,
também devemos nos atualizar. Trabalhar didaticamente e termos compromisso com
a palavra de Deus e com o que ensinamos. Como está escrito em Eclesiastes 9.10a
“O que as suas mãos tiverem que fazer que façam com toda a sua força."
Diante destas sete características de
Cristo como Mestre sejamos como Ele. Colocando-nos como servos humildes á
disposição do Senhor para ensinarmos a sua palavra para aquele que tem sede e
fome de Cristo. Que estejamos dispostos a aprender antes mesmo de ensinar,
aprender mais de Cristo. Que tenhamos compromisso com Cristo! Esqueçamos de
julgar a vida de nossos alunos e que possamos caminhar ao lado deles orientado
sempre a estarem perto de Cristo.
Acima de tudo com nosso ensino contagiar
nossos alunos mostrando para ele a grandiosidade de nosso Mestre. Vamos ensinar
a amar a Cristo e nosso próximo através do exemplo próprio. “Um professor
influência mais pelo que ele é do que pelo o que ele sabe!" Augusto Cury
p.140.
Além da teoria precisamos mostrar na prática a
diferença que Cristo fez em nossas vidas como Mestre. O exemplo é a prática do
que sabemos! No ensino cristão a teoria nunca pode divergir da prática!
Bom, respondendo a pergunta introdutória. O
alvo que devemos alcançar quanto professor cristão é de formar Cristo em cada
aluno que o aceita. Como assim, devemos ensinar e instruir este aluno na
caminhada dele como Cristo para que assim alcance um nível maior de intimidade
com Deus!
Sabemos que o trabalho é árduo, pois, como
professores cristãos deparamo-nos com problemas: falta de interesse do aluno, evasão
de alguns alunos e outros. Deixo aqui como incentivo para você professor que ma
o que faz e que às vezes se sente desanimado uma frase que gosto muito que diz:
“COMPENSA SERVIR A JESUS..." Não pelas
bênçãos que Ele dá, mas pelo que Ele é e pelo o que somos quando estamos com Ele
e quando o servimos como amor e alegria!
Deus esteja convosco! Amém!
por Renata Stefânia Costa da Silva.
Professora e graduanda do curso de Letras
pela UERJ/FFP
Referência
Bibliográfica:
CURY, Augusto
Jorge. Pais brilhantes, Professores fascinantes. Ed. Sextante.
Bíblia Sagrada. Nova Tradução.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Uma Igreja que influencia a comunidade
Jorge
Proença1
A igreja tem uma grande
tarefa: influenciar o meio social. Isso só será possível com a
proclamação do evangelho, com testemunho dos crentes e com o
exercício da compaixão, por intermédio do socorro aos carentes,
necessitados e sofredores. A mensagem do evangelho não se limita à
transformação do homem; ela vai além, transformando também a
sociedade.
Jesus olhava o homem como um
todo, atendendo suas múltiplas necessidades (Mt 9.35). Ele pregava,
ensinava e curava, era tratamento completo, atingia corpo, coração
e intelecto. Tornou-se procurado, desejado e relevante para o povo,
por isso grandes multidões o seguiam (Mt 19.2). A igreja tem a
mensagem de Jesus e precisa compartilhá-la também de forma integral
para se tornar de igual modo, relevante na sociedade, influenciando e
alterando comportamentos.
No que se refere a educação
das nossas crianças e adolescentes, observamos que muitos são os
desafios da escola do nosso tempo. As drogas, os desequilíbrios na
sexualidade sempre existiram, mas elas incomodam mais hoje do que há
20, 30 anos atrás. Hoje, a gravidez precoce, as drogas, se tornou um
incômodo para a escola e acabam tirando o aluno da escola antes do
devido tempo.
Hoje, observamos um
distanciamento entre a sociedade e a igreja. Os valores da sociedade
nem sempre se harmonizam com aquilo que acreditamos. Por algum motivo
a igreja se fechou nas suas paredes e vive para alcançar os seus
próprios objetivos e isso na verdade não é o que a Palavra de Deus
nos ensina. A igreja, corpo de Cristo que são os crentes, deve
conviver na sociedade sem se contaminar, mas conviver para
influenciar a sociedade do nosso tempo e não podemos entender que
essa influencia deve existir à distância. O papel da rádio,
televisão, jornais, a evangelização são importantes, mas, mais do
que isso, a sociedade espera da igreja respostas contundentes para os
seus desafios atuais e isso só será possível quando nós
estivermos juntos e a igreja é parte integrante dessa sociedade.
Observamos através da mídia
os problemas que a escola brasileira tem enfrentado ao longo dos
tempos. Problemas e desafios insolúveis do ponto de vista humano.
O que faremos? Ficaremos na
esfera da contemplação enquanto igreja ou partiremos para atuação?
Temos as respostas, sabemos equacionar esses desafios. Esse papel não
deve ficar nas mãos do Governo, das Secretarias de Educação porque
o desafio está na área espiritual, portanto é um desafio que a
igreja deve assumir, pois, somente a igreja tem a resposta para esses
desafios que ninguém tem encontrado. A integração igreja e
sociedade, portanto, é fundamental para o desempenho da vocação
natural da igreja do nosso tempo. A igreja que assim procede é vista
pela comunidade como necessária, não propriamente por socorrer o
ser humano com o trabalho social, mas por transmitir esperança e
instrução, promovendo dignidade. A igreja não deve fechar os olhos
para tudo que acontece a sua volta. É preciso amar o pecador,
afastar o pecado, apontar alternativas, desempenhar cidadania e
fiscalizar as ações dos mandatários. A igreja relevante se faz
necessária, indispensável à sua comunidade, cumpre a sua missão
em todos os aspectos: de adoração, proclamação e serviço.
Pense nisso, e faça a sua
parte!
1
Seminarista (STBG), Pedagogo,
Pós-graduado em Gestão, Supervisão e Orientação Educacional,
Pós-graduado em Educação Cristã (CIEM), Ministro de Educação
Cristã/PIB em Alcântara-SG.
Igreja: Agencia de Deus que valoriza o jovem da nova geração.
*Texto
adaptado.
Vivemos
dias realmente difíceis quando tratamos de juventude. Tanto fora
quanto dentro da igreja vemos uma nova geração surgir sem
comprometimento com valores morais e limites, e principalmente, sem o
desejo de verdadeiramente entregar sua vida ao controle de Jesus.
São poucos os que realmente entenderam o chamado e estão dispostos a seguir pelo caminho estreito. A sensação que temos é que existem poucos ministérios com Juventude relevantes dentro das igrejas. A liderança luta para entender de Deus o que fazer com uma juventude tão vulnerável às investidas satânicas que a conduzem facilmente a perdição.
Mesmo esta juventude nos apresentando tantos desafios, ela ainda é foco do amor de Deus e do seu cuidado e o nosso desafio como igreja contemporânea é entender como alcançar o coração desta galera, valorizando-os e dando oportunidade para mostrar a que vieram. Afinal, eles são fortes! (I João 2.14)
Paulo, na primeira carta endereçada a Timóteo, no capítulo 4, versículo 12 dá um valioso conselho ao jovem, seu colaborador e amigo, para a realização das suas responsabilidades pastorais. Vale a pena lembrar que o nome Timóteo significa “jovem que honra a Deus”.
Esse conselho também serve para a igreja pós-moderna que tem como desafio agregar seus jovens e treiná-los para assumir a liderança no futuro.
Paulo acreditava no potencial de Timóteo para liderar a igreja e o incentivou a continuar firme em sua missão. Mesmo correndo o risco de ser desprezado por ser jovem, Paulo o exortou a ser um exemplo para os fiéis.
Desprezar é desconsiderar, é menosprezar, não dar crédito ou valor e isso deve ser evitado. Devemos levar a sério os jovens e nunca subestimá-los. Não devemos esquecer que um dia já fomos jovens também e tivemos sonhos.
Uma juventude motivada por sua igreja pode ser usada por Deus de maneira tremenda! Se a igreja souber conduzir sua juventude verá uma verdadeira “força tarefa” se levantar para lutar pelo evangelho.
Não podemos subestimar nossos adolescentes por não achá-los prontos para exercer funções importantes dentro do Reino. Eles podem nos surpreender, assim como Davi surpreendeu seus irmãos no campo de batalha, se oferecendo para lutar contra o filisteu Golias e vencendo (I Samuel 17).
Se for dada a oportunidade para a nossa juventude e sendo conduzida por homens que estão dispostos a servir de modelo de humildade e sabedoria, veremos muitos homens e mulheres segundo o coração de Deus surgirem!
Mas existe um contraponto: Nos nossos dias não vemos a juventude tendo credibilidade como representantes do Reino.
Onde estão os jovens piedosos, cheios de graça e coragem, impelidos pelo Espírito Santo a guerrearem contra os desejos nocivos da juventude? Onde estão os adolescentes que querem pagar o preço de dobrar os joelhos em oração clamando a Deus pela salvação dos perdidos. Onde estão aqueles que têm pés formosos e que tem coragem de entregar suas vidas completamente para a obra evangelizadora no mundo sem pensar no que vão receber em troca. Uma juventude que simplesmente ambiciona fazer a vontade do Pai.
Sentimos falta de ver uma juventude que sonha ser santa e que busca isso a cada instante. Que traz a presença de Deus ao mundo através da simplicidade da vida diária. Que são exemplos para a própria igreja. Exemplos de fidelidade.
Sendo a igreja um corpo, cada um tem seu valor e propósito neste corpo. Assim também a juventude em nossas igrejas. Podemos dizer que a juventude é a força que move a igreja.
Precisamos orar intensamente em favor dos jovens e adolescentes com uma fé genuína e alicerçada na Rocha que é Jesus. Cheios de amor, conectados a Deus, amando-o acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Firmes na Palavra da verdade e com coragem de proclamar esta Palavra. Puros e livres do pecado e buscando a santidade. Que marcam sua passagem pela terra com um proceder inspirado em Jesus!
Acredite na sua juventude. Dê oportunidade a eles. Desenvolva um diálogo sem pré-conceitos e você verá que existe muitas razões para se investir nessa moçada abençoada que precisa de ajuda, mas que tem muita disposição se motivada e incentivada!
Agindo assim, levantaremos uma verdadeira geração de jovens e adolescentes honrando a Deus.
Que Deus vos abençoe!
Sem.
Jorge Proença
Ministro
de Educação Cristã
Deus realiza a sua obra por meio de você
"...E
farei de ti uma grande nação, tu serás uma bênção; e toas as
famílias da terra serão abençoadas por meio de ti" Gn 12.2-3.
A
obra de Deus consiste em abençoar o mundo. Deus realiza esta obra
por nosso intermédio. Foi esta a ideia apresentada a Abraão. Ele
disse que abençoaria Abraão. Ele seria uma bênção. A bênção
de Deus, por intermédio de Abraão, alcançaria o mundo.
Quando
usamos a expressão "por meio" pressupõe uma parceria.
Deus trabalha com participantes. É algo que é feito em conjunto;
quando todos fazem parte do mesmo processo. É assim a obra de Deus.
Ao
utilizar a palavra VOCÊ, no título desta reflexão, estou desejando
dar ao assunto um aspecto pessoal, mas a ideia é "CADA UM DE
NÓS", "POR MEIO DE NÓS".
Eu
e você somos parte integrante da organização estabelecida por Deus
em Jesus, que é a sua igreja. A igreja somos nós. Sem nós, a
igreja não existe. Portanto, me refiro a você como cada um de nós
na igreja. Deus realiza a sua obra de abençoar o mundo por meio de
sua igreja. Assim:
1.
Deus "fala" ao mundo por nosso intermédio
Para
falar ao mundo, Deus utilizou ao longo da História, diferentes
estratégias. No início, pessoalmente aos homens. Com o passar dos
tempos, com o crescimento da humanidade, Deus passou a se comunicar
com pessoas que estavam prontas a ouvir a sua voz, a fim de que estas
transmitissem a sua mensagem aos outros (Gn 6-7).
No
Novo Testamento observamos Deus falando ao mundo por intermédio de
Jesus. Quando Jesus voltou para o céu, deixou a sua igreja, como
conjunto de seus servos, para continuar falando ao mundo. Até hoje é
assim. Deus quer falar ao mundo por intermédio de seus servos,
incluindo você. Ao aceitar a Jesus, você começou a experimentar a
voz de Deus em sua vida. Por meio da leitura bíblica, das
experiências constantes com ele, dos cultos e dos estudos na EBD.
Deus tem ensinado a você o que você ensinará a outros. É Deus
falando por intermédio de você.
2.
Deus “constrói” o mundo por nosso intermédio
No
princípio, Deus criou
o mundo. De lá para cá, ele está continuamente “construindo”
o mundo. E ele o está fazendo por nosso intermédio. Jesus disse que
o “Pai trabalha até agora e eu trabalho também” (Jo 5.17).
Falar em construir é pensar na influência que Deus desejou que
tivéssemos sobre o mundo, para que o mundo fosse aquilo que para o
que Deus o criou: um paraíso. O pecado, entretanto, perturbou o
propósito de Deus, mas ele não perdeu a batalha. Continua
“trabalhando” na “construção do mundo”.
Em
Mateus 5.13-16, o Senhor Jesus apresenta um verdadeiro cristão como
sal
da
terra
e
como luz
do mundo. O que Jesus quer dizer com isto é que, os seus servos
exerçam influência altamente positiva no mundo. O “exemplo” dos
cristãos deve abençoar o mundo. Em tudo isto, Deus deseja
“construir” os seus servos, para que eles possam construir um
mundo conforme os seus propósitos. É Deus “construindo” o mundo
por meio de sua igreja, ou seja, por nosso intermédio.
3.
Deus “sustenta” a sua obra no mundo por nosso intermédio
Como
qualquer outro empreendimento, também a obra de abençoar o mundo
requer sustento. Há necessidade de recursos humanos e recursos
materiais. Os líderes aos quais Deus convoca precisam de sustento. A
igreja necessita de local para se reunir, Equipamentos são
necessários. Manutenção precisa acontecer. Literatura não pode
faltar. Bíblias precisam ser impressas e distribuídas.
Quando
Jesus veio, houve um grupo de senhoras que sustentavam a ele e à sua
equipe de discípulos. Quando Paulo e seus companheiros viajavam,
precisavam pagar passagens, precisavam de hospedagem e de alimento.
Para isto, Paulo recebia ofertas e, por vezes, trabalhou para
sustentar a si mesmo à sua equipe. Deus nunca mandou dinheiro cair
do céu para providenciar esse sustento. O que ele faz é abençoar o
homem com os recursos necessários, por meio desse mesmo homem, ele
sustenta a obra de abençoar o mundo.
Muitos
servos de Deus recebem as bênçãos das suas mãos dadivosas, e elas
param ali, isto é não chegam “ao mundo”. Recebem o que Deus
lhes fala, mas o mundo não recebe as “palavras” que Deus falou.
Deus conta com cada um de nós para abençoarmos o mundo com as
bênçãos que ele tem colocado em nossas mãos.
Seja
uma bênção para o mundo. Deus quer fazer com você o mesmo que
disse que faria com Abraão.
Deus
vos abençoe sempre!
Sem.
Jorge Proença
Min.
De Educação Cristã
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